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O Google Mudou a Busca

O Google mudou a busca: sua empresa está pronta para vender na era da IA?

Durante muito tempo, estar bem posicionado no Google era quase sinônimo de aparecer quando alguém pesquisava uma palavra-chave.

Mas essa lógica está mudando.

Entre os dias 19 e 25 de maio de 2026, o marketing digital viveu uma semana importante para empresas que anunciam, produzem conteúdo ou dependem da internet para gerar vendas.

O Google apresentou uma nova fase da Busca com inteligência artificial, anunciou formatos de anúncios construídos com Gemini e reforçou que a jornada do consumidor está ficando mais conversacional. Ao mesmo tempo, o TikTok divulgou dados relevantes sobre seu impacto econômico no Brasil e grandes plataformas voltaram ao centro das discussões sobre segurança em anúncios digitais.

Na prática, isso significa uma coisa: o cliente não está apenas pesquisando. Ele está perguntando, comparando, recebendo respostas com IA e tomando decisões em ambientes cada vez mais integrados.

E a sua empresa precisa entender isso antes de apenas “impulsionar mais um post”.

A busca virou conversa

No dia 19 de maio de 2026, o Google anunciou o que chamou de uma nova era para a Busca com IA. Segundo a própria empresa, a atualização leva capacidades avançadas de modelos de inteligência artificial para a pesquisa, permitindo experiências mais inteligentes e com uso de agentes a partir de perguntas feitas pelo usuário.

Isso muda bastante a forma como as pessoas encontram marcas, produtos e serviços.

Antes, o caminho era mais direto:

O usuário pesquisava uma palavra-chave, via uma lista de links, clicava em alguns resultados e comparava opções.

Agora, esse caminho começa a ganhar outra dinâmica.

O usuário pode fazer perguntas mais completas, pedir recomendações, comparar soluções e receber respostas mais organizadas dentro da própria experiência de busca.

Para empresas, isso reforça a importância de ter presença digital clara, conteúdo bem estruturado, autoridade no assunto e informações consistentes em todos os canais.

Não basta estar online.

É preciso ser compreendido pela busca, pela IA e pelo cliente.

Os anúncios também entraram na era da IA

No dia 20 de maio de 2026, durante o Google Marketing Live, o Google anunciou novos formatos de anúncios na Busca construídos com Gemini, além da expansão do piloto Direct Offers para conectar marcas e consumidores em momentos de intenção de compra.

O Google também reuniu os principais anúncios do evento em uma página oficial, destacando inovações para Search, YouTube Ads, ferramentas de performance e recursos com IA voltados para criação, captura e conversão de demanda.

Isso mostra uma direção clara: a mídia paga está ficando mais automatizada, mais inteligente e mais integrada à jornada de decisão.

Mas existe um ponto importante.

Automação não substitui estratégia.

A IA pode ajudar a encontrar públicos, montar criativos, sugerir caminhos e otimizar campanhas. Porém, se a empresa não sabe qual é sua proposta, qual público quer atrair, qual oferta faz sentido e qual mensagem deve comunicar, a tecnologia apenas acelera uma comunicação fraca.

Em outras palavras: a ferramenta evoluiu, mas a estratégia continua sendo o que separa anúncio de resultado.

O TikTok segue relevante para negócios no Brasil

Outro movimento importante da semana veio do TikTok.

A plataforma divulgou um relatório afirmando que pode adicionar até R$ 37,3 bilhões ao PIB brasileiro, considerando impactos econômicos relacionados à presença de empresas, criadores e atividades comerciais no ambiente da plataforma.

Esse dado reforça algo que muitas marcas ainda subestimam: redes sociais deixaram de ser apenas canais de entretenimento.

Hoje, plataformas como TikTok, Instagram, YouTube e LinkedIn influenciam descoberta, reputação, relacionamento e decisão de compra.

Para negócios locais, prestadores de serviço e marcas em crescimento, isso significa que conteúdo não deve ser tratado como “post para manter o feed ativo”.

Conteúdo precisa ter intenção.

Pode ser para atrair, educar, gerar confiança, quebrar objeções, mostrar bastidores, apresentar autoridade ou direcionar para uma ação comercial.

O problema é que muitas empresas ainda publicam sem clareza de objetivo. E, quando isso acontece, o conteúdo até aparece, mas dificilmente constrói resultado.

Segurança e confiança também entraram no centro da discussão

No dia 21 de maio de 2026, a Reuters noticiou que Google, Meta e TikTok foram alvo de reclamações de organizações de consumidores da União Europeia por suposta falha na proteção contra golpes financeiros em anúncios e conteúdos nas plataformas.

Segundo a reportagem, grupos de consumidores afirmaram ter enviado centenas de anúncios suspeitos entre dezembro de 2025 e março de 2026, mas apenas parte deles teria sido removida. As empresas, por sua vez, defenderam suas ações e citaram ferramentas e sistemas de proteção para combater esse tipo de conteúdo.

Para o marketing, essa discussão traz uma reflexão importante.

Quanto mais automatizado o ambiente digital fica, maior também precisa ser o cuidado com confiança, transparência e reputação.

Marcas que querem crescer no digital precisam se preocupar com muito mais do que alcance e cliques.

Precisam cuidar de promessa, prova, clareza, linguagem, atendimento, experiência e segurança.

O público está mais atento. As plataformas estão mais cobradas. E a confiança virou um ativo estratégico.

O que tudo isso significa para a sua empresa?

A semana deixou três sinais muito claros para quem tem um negócio.

Primeiro: a forma como as pessoas pesquisam está mudando.

Segundo: os anúncios estão ficando mais inteligentes e mais dependentes de bons dados, boas ofertas e boa estratégia.

Terceiro: a confiança será cada vez mais importante em um ambiente digital cheio de automação, IA e excesso de informação.

Por isso, a pergunta não é apenas:

“Minha empresa está usando IA?”

A pergunta certa é:

Minha empresa está preparada para ser encontrada, entendida e escolhida nessa nova jornada digital?

Porque usar IA sem direção pode gerar mais volume, mas não necessariamente mais resultado.

Anunciar sem estratégia pode gerar mais cliques, mas não necessariamente mais vendas.

Postar com frequência pode gerar movimento, mas não necessariamente posicionamento.

Como a ANX enxerga esse momento

Na ANX, acreditamos que o marketing digital precisa unir tecnologia, criatividade e estratégia comercial.

A inteligência artificial pode acelerar processos, melhorar análises e abrir novas possibilidades. Mas quem transforma isso em crescimento é a forma como a marca se posiciona, comunica e conduz o cliente até a decisão.

Para negócios que querem vender mais, o caminho passa por uma estrutura bem pensada:

presença digital clara, conteúdo com intenção, campanhas bem configuradas, análise constante e uma comunicação alinhada ao comportamento real do público.

A nova fase do marketing digital não é sobre usar todas as ferramentas disponíveis.

É sobre escolher os recursos certos para resolver os problemas certos.

Sua empresa quer vender melhor no digital?

Se a sua marca ainda depende de posts soltos, anúncios sem análise ou conteúdos feitos apenas para preencher calendário, talvez seja hora de olhar para o marketing com mais estratégia.

A ANX ajuda empresas a construírem presença digital, campanhas e conteúdos com foco em crescimento.

Fale com a nossa equipe e entenda como aplicar marketing digital, IA e mídia paga de forma mais inteligente no seu negócio.

ANX Marketing Digital
Marketing com estratégia para negócios que querem crescer.

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